Pela Promoção dos Direitos das Juventudes

Rede Ecumênica da Juventude (REJU)

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REJU assume a vice-presidência do CONJUVE

A Rede Ecumênica da Juventude (REJU) foi eleita para mais um mandato no Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE), ligado à Secretaria-Geral da Presidência da República. A REJU ocupará a titularidade durante todo o período entre 2014-2016. Na articulação realizada pelo campo de movimentos sociais e entidades de apoio, a Rede deu mais um passo: assumiu, no dia 27 de agosto, a vice-presidência do CONJUVE.

A cerimônia de posse dos novos conselheiros contou com a presença do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República (SG-PR), Gilberto Carvalho, e da secretária nacional de juventude (SNJ), Severine Macedo. Na ocasião, foi apresentada a nova gestão do CONJUVE, a presidenta, Ângela Guimarães, atual secretária nacional adjunta de juventude e o vice-presidente, Daniel Souza, representante da Rede Ecumênica da Juventude pela Promoção dos Direitos Juvenis.

Gilberto afirmou que o CONJUVE é uma referência de participação social, realizada com autonomia e plena independência. O ministro também ressaltou a importância da prática da alternância da presidência do conselho a cada ano - entre sociedade e governo. “A energia de todos os membros do CONJUVE inspira àqueles que lutam pela causa da justiça, pela construção de uma sociedade fraterna e solidária”, disse. Severine Macedo destacou a importância do espaço de reflexão, sensibilização e aprendizagem que eleva o patamar de articulação política do CONJUVE. “A atual gestão tem dois grandes desafios: transformar o Estatuto da Juventude em ações e fortalecer o Sistema Nacional de Juventude (Sinajuve)”.

Ângela Guimarães ressaltou a importância da representação plural e diversa das últimas gestões, aprimorando a democracia. “O CONJUVE representa todos os ‘invisíveis’ como sujeitos de direito e de fato”. Já Daniel frisou o diálogo entre o poder público e a sociedade civil, destacando a necessidade do enfrentamento ao genocídio da juventude negra. “Precisamos discutir e promover a desmilitarização da segurança pública”. Como uma das pautas fundamentais em seu mandato, Daniel irá discutir o fim da homofobia, transfobia e lesbofobia, além dos direitos sexuais e reprodutivos, com a defesa e a garantia de um Estado laico.

“O Conselho será um importante espaço para a incidência política e o controle social, marcas que têm orientando o movimento ecumênico brasileiro, especialmente aquele articulado no Fórum Ecumênico ACT Brasil (FEACT). Ao dizer isto, também relembro o ano de 2007, em que o projeto da REJU foi criado pelo Fórum. Hoje, sete anos depois e com todas as experiências vividas neste período, sabemos que o sonho de uma rearticulação de uma juventude ecumênica engajada na luta por direitos torna-se cada vez mais uma realidade”, complementou Daniel Souza.

A REJU espera continuar contando com todo o apoio do movimento ecumênico para que esta gestão do Conselho seja um espaço não só de nossa rede, mas de todas as pessoas, comunidades religiosas e organizações e movimentos que querem e trabalham para a construção de uma casa comum realmente justa.

Com informações juventude.gov.br
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