Pela Promoção dos Direitos das Juventudes

Rede Ecumênica da Juventude (REJU)

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#REJUPresente, #DanielPresidente

DANIELPRESIDENTE-roxo

    

Após importantes diálogos entre diversos movimentos e organizações de juventude, numa experiência que evidenciou as diferenças e a pluralidade dos nossos processos políticos e, ao mesmo tempo, construiu marcos de unidade e articulações conjuntas, a REJU terá um candidato à presidência do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve). Para esta função, o indicado é Daniel Souza, integrante da REJU-SP e atual vice-presidente do Conjuve.

Por que #DanielPresidente?

Coloco-me para ocupar esta função, pela sociedade civil, a partir de uma trajetória forjada na atuação do movimento ecumênico. Nasci em Vitória da Conquista (BA), cidade em que comecei a atuação política no movimento estudantil do Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA), atual Instituto Federal; e no Partido das(os) Trabalhadoras(es). Mas foi no movimento ecumênico - um espaço entrecruzado de diálogo, vivência de espiritualidade e incidência na construção de um mundo mais justo e sustentável - que construí caminhos mais significativos na garantia de direitos de juventude.

Na REJU, assumi tarefas como a facilitação da rede em São Paulo (2008-2011), a facilitação nacional (2011-2014) e a coordenação do FEACT (2013-2015) junto à organizações como KOINONIA - Presença Ecumênica e Serviço, Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC). Além disto, representando a REJU, colaborei/colaboro diretamente no Comitê operativo da Jornada de Lutas da Juventude Brasileira, importante espaço de unidade iniciado em 2013. No espaço do Conjuve, fui coordenador na Comissão de Comunicação (2012-2013) no período da aprovação do Estatuto da Juventude e agora ocupo a função de vice-presidente (2014-2015).

Neste ano, em que completam-se 10 anos da construção mais efetiva de Políticas Públicas de Juventude (PPJ) no Brasil - iniciadas no primeiro mandato do presidente Lula, com o apoio e a formulação de movimentos da Sociedade Civil - é necessário instaurar um novo ciclo na efetivação de PPJ’s. Para isto, é importante que o conselho assuma ainda mais um papel forte e propositivo, afetando-se pelas Jornadas de Junho de 2013, não assumindo-as como pontos de chegada, estáticos, mas como pontos de partida. Além disto, é necessário provocar-se por experiências recentes de organização social, como a marchas contra o genocídio da juventude negra; as vivências culturais dos saraus nas periferias; as marchas das vadias e da maconha; as greves de professores, os rolezinhos e bonezaços. 

O Conselho encontra-se ante o desafio da articulação entre diferentes experiências sociais, com o reconhecimento das ambivalências e daquilo que excede destes processos para a construção de uma nova cultura política, em que redes e ruas se relacionam na construção de uma agenda transformadora, que supere o capitalismo, o racismo, o machismo e a homo-lesbo-transfobia. 

Para conhecer a proposta de eixos de atuação para o Conjuve, acesse, AQUI, a “Carta de Candidatura” que enviei às conselheiras e aos conselheiros, com 12 grandes temas de incidência.

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