Pela Promoção dos Direitos das Juventudes

Rede Ecumênica da Juventude (REJU)

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Você faz parte dessa rede! Processo de escolha da nova facilitação nacional da REJU

5-05-2014

GT para a mudança da facilitação nacional

A Rede Ecumênica da Juventude (REJU), uma articulação de jovens com distintas vivências de espiritualidade na luta por direitos, se organiza desde 2007. Como foi sinalizado na Campanha #REJU5anos (2012), estamos construindo um “espaço onde falamos não de coisas, estruturas ou pesos institucionais. Mas falamos de pessoas, construímos relacionamentos que dão poder, resistem e transformam”. Estes relacionamentos e encontros nos colocam nos caminhos da justiça e na construção de uma casa-comum para além das desigualdades, como a pobreza, o machismo, a homo-lesbo-transfobia, o racismo e as distintas intolerâncias, como a religiosa. 

Neste movimento, a REJU se articula em 13 estados nas cinco regiões do país, com mobilizações locais, criando, fortalecendo e partilhando experiências para a garantia dos direitos das juventudes. Além disto, a rede participa de mobilizações nacionais do próprio movimento ecumênico, como o Fórum Ecumênico ACT Brasil; e de outros movimentos, como a Jornada de Lutas da Juventude Brasileira; e de conselhos de direitos, como o Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE). 

A construção da rede é orientada: i) por um tripé ecumênico: unidade intrarreligiosa, unidade inter-religiosa e unidade na luta pela justiça; ii) pela horizontalidade, com foco na participação pessoal, para além da representação institucional. A rede é construída de maneira conjunta, com os sonhos e a coragem de cada pessoa que a vivencia. Com essa perspectiva, a REJU abre o processo de mudança da facilitação nacional, após três anos da escolha de Daniel Souza, integrante da REJU-SP. 

Este processo contempla quatro momentos: 

a) a composição de um Grupo de Trabalho para acompanhar e encaminhar o processo, definido em uma reunião de facilitador@s regionais (02/2014). O GT tem a tarefa de acolher as sugestões enviadas pel@s integrantes da rede, bem como de colaborar na transição e em outros encaminhamentos do processo de escolha da nova facilitação nacional;

b) o lançamento do processo de indicação. Para isto, foram elaborados critérios que orientaram a escolha;

c) escolha d@ facilitador@, que se dará por consenso no Grupo de Trabalho, a partir das indicações e da análise da caminhada da rede e do perfil esperado;

d) a transição para a nova facilitação nacional. 

Qual o cronograma?

a) 05/05 a 31/05: indicações dos nomes para a nova facilitação nacional;

b) Junho/Julho: escolha e transição da nova facilitação;

c) 25-27/08: posse da nova facilitação na reunião do FEACT Brasil (SP).

Quem compõe o Grupo de Trabalho?  

Laina Crisóstomo (BA), Raquel Catalani (SP), Elton Tada (PR), João Paulo Pucinelli (GO) e Daniel Souza (SP).

Como ocorrerá a indicação?

Cada participante da REJU pode indicar, a partir dos critérios apresentados, uma pessoa da rede para a nova facilitação nacional. Após o recebimento de todas as sugestões, o Grupo de Trabalho dialogará com as pessoas indicadas e chegará a um consenso. Também receberemos indicações de parceiras e parceiros do movimento ecumênico ligad@s ao FEACT. 

Para a organização deste importante momento da rede, o Grupo de Trabalho elaborou algumas orientações: 

A) Qual a função d@ facilitador@ nacional?

A facilitação nacional articula as diversas facilitações e REJU’s regionais no país, bem como mantém o diálogo com movimentos ecumênicos e sociais, respeitando as particularidades de cada local e experiência sem perder de vista os objetivos e metodologias comuns da rede. Além disso, se faz papel dessa facilitação responder e representar a rede junto a organizações quando necessário, como em caso de projetos contemplados em editais e no acompanhamento desses projetos a nível nacional. 

B) O que se espera d@ Facilitador@ Nacional?

a) Caminhada na REJU: afinidade com os princípios da rede e atuação no enfrentamento do extermínio da juventude negra; na superação das intolerâncias religiosas e sexuais (homo-lesbo-transfobia); na promoção da equidade de gênero e na justiça sócio ambiental (eixos da rede em 2013-2014);  

b) Compreensão da metodologia da REJU: construção coletiva dos saberes, horizontalidade, autogestão e sistematização das ações;  

c) Disponibilidade para os trabalhos da REJU: capacidade de representação da rede em diferentes espaços de incidência política no diálogo com os movimentos sociais e o movimento ecumênico.

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