Pela Promoção dos Direitos das Juventudes

Rede Ecumênica da Juventude (REJU)

Sexualidades e Lutas Feministas

Somos iguais em direitos e deveres e diferentes como indivíduos em uma sociedade plural.

A motivação inicial, em reunir-se como uma juventude ecumênica, nos desafia a unirmos nossas diferenças de credo, etnia, classe social, origem regional, de gênero e orientação sexual, pois acreditamos que até que quando uma pessoa ainda tiver seus direitos violados, não estaremos vivendo em uma sociedade plena.

Assim pautamos ações contra  intolerância sexual, apoiando mecanismos que efetivem a criminalização da Homo-Lesbo-Transfobia.

Também é necessário aprofundar o diálogo das religiões frente a temas como o aborto, violências contra a mulher, que por séculos foram fatores agravados por tradições e cultauras machistas.
É necessário reconhecer os direitos das diferentes formas e expressões de fé e de amor e pautar por caminhos concretos que promovam o questionamento, críticas e denúncias em relação as intolerância.  

Como isso ocorre na REJU: A REJU publica artigos e vídeos relacionados a temática. Participa em Conselhos LGBT, Conselhos Ecumênicos. Posiciona-se publicamente através de notas e cartas. Promove e participa de campanhas e debates nacionais, regionais e locais.  Divulga iniciativa e é também canal de denúncia de violação de direitos.

A REJU vem pautando suas ações junto a conselhos específicos relacionado a pauta contra intolerância religiosa e a Homo-Lesbo-Transfobia.

Posiciona-se publicamente em notas e declarações. Ainda realiza debates sobre juventudes, interfaces da sexualidade e das religiões.

Linhas de ações para o biênio 2015-2016:
  • discutir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres com ênfase nos temas do aborto e do parto humanizado;
  • enfrentamento às violências simbólica, psicológica, física, sexual, religiosa, patriarcal e moral contra as mulheres;
  • visibilidade das lutas e demandas das mulheres trans;
  • enfrentamento à homo-lesbo-transfobia;
  • debater a diversidade sexual e as religiões;
  • discutir a adoção de crianças por casais gays e lesbicas;
  • provocar o debate das masculinidades.